A história de Johnny, o cão que se tornou “cãoroinha” em Barretos, tem encantado a internet.
Em um vídeo que rapidamente viralizou nas redes sociais, um cenário incomum chama a atenção dentro de uma igreja em Barretos, São Paulo. Durante a celebração da missa, um cachorro chamado Johnny aparece tranquilamente ao lado do padre, no altar, acompanhando cada momento em silêncio e atraindo os olhares curiosos dos fiéis. A cena inusitada demonstra a forte ligação entre o animal e o sacerdote.
Um encontro inesperado no aniversário do padre
Johnny é um cão sem raça definida, uma mistura de perdigueiro com beagle, que entrou na vida do padre Luiz de forma totalmente inesperada. A história de como eles se tornaram inseparáveis começou no dia do aniversário do sacerdote. Em sua rotina, o padre costuma sair para distribuir ração a cães em situação de rua.
Ao se aproximar do carro em uma dessas ocasiões, Johnny tomou uma iniciativa que mudaria sua vida para sempre: ele subiu no banco do veículo e, a partir dali, não saiu mais. Esse gesto espontâneo e carinhoso marcou o início de uma convivência que se tornaria uma fonte de alegria e inspiração para muitos.
Johnny acompanha o padre em todos os compromissos
Desde aquele dia, o cão passou a acompanhar o padre Luiz em praticamente todos os seus compromissos. A presença de Johnny não se limita apenas aos passeios ou momentos de lazer, ele também faz parte da rotina religiosa do sacerdote. Sempre que o padre se dirige à igreja para celebrar as missas, Johnny vai junto.
No altar, o comportamento de Johnny é exemplar. Ele permanece quieto, observando atentamente a celebração, sem causar qualquer tipo de distração. Essa calma e serenidade do animal durante os eventos religiosos chamam a atenção e geram admiração entre os presentes.
Da presença constante ao apelido de “cãoroinha”
A presença constante de Johnny nas missas acabou chamando a atenção da comunidade. Os fiéis, acostumados a vê-lo ao lado do padre, passaram a enxergar o animal como parte integrante da rotina religiosa da igreja. O carinho e a aceitação foram crescendo com o tempo.
O ápice desse afeto aconteceu quando Johnny ganhou um presente especial: uma pequena batina, feita sob medida para ele. Essa vestimenta reforçou ainda mais o carinho dos fiéis e rendeu ao cachorro um apelido carinhoso e divertido: “cãoroinha”. O título reflete a sua participação especial nos ritos e a forma como ele foi integrado à vida da paróquia.
A história de Johnny é um belo exemplo de como o amor e a companhia podem surgir dos lugares mais inesperados, transformando vidas e trazendo alegria para uma comunidade inteira. A “cãoroinha” de Barretos prova que o afeto não tem barreiras e pode florescer até mesmo em um altar.







